[ teatro ] Divulgação Espetáculo TIPO EILAS de Cláudio Falcão

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ESPETÁCULO TEATRAL – TIPO EILAS – Texto, direção e atuação CLÁUDIO FALCÃO
Teatro Goldoni - Sala Adolfo Cali – Casa d’Itália EQS 208/209 (entrada
pelo eixinho L)
 – Asa Sul – 3443-0606. Dias 11, 12  e 13 de maio de 2012, Sexta e
sábado, às 21:15h. Domingo, às 20:15h.

Suas três famosas personagens femininas esbanjam escrachos e
irreverências, em três engraçadíssimas esquetes. Berenice abre alas no
primeiro esquete, se preparando para ser madrinha de um casamento que
acontecerá no período da manhã. Segundo ela, o casal que contrai
núpcias nesse horário, já começa tudo errado e atravessado. Em
seguida, Gorete entra gloriosamente em cena, gravando um vídeo para se
inscrever na próxima edição do BBB. Na terceira e última esquete, a
irreverente adolescente Mary, cria um grave problema com sua
emblemática frase “TIPO ASSIM”, ao tentar gravar um comercial de
xampu, pois não consegue se desvencilhar dessa bendita frase.
Assim, Cláudio Falcão mais uma vez, se apropria da sua difícil vocação
de provocar o riso, para compor inusitadas tramas com suas três
personagens femininas Berenice, Goreti e Mary.
ATOR, AUTOR E DIRETOR CLÁUDIO FALCÃO
Cláudio Facão, nascido em Brasília em 1972, iniciou sua carreira de
ator, ainda criança, aos 12 anos de idade, com o espetáculo, DESGRAÇAS
DE UMA CRIANÇA, dirigido pelos consagrados diretores HUGO RODAS e
IRMÃOS GUIMARÃES, que posteriormente o dirigiram em “VIÙVA PORÉM
HONESTA” e, “A FALECIDA”. Paralelo a sua carreira de ator, participou
como bailarino da companhia de dança LÁPIS LA’ ZULE, do Departamento
de Dança da UNB ,dirigido pelo coreógrafo, Luis Mendonça e da
companhia de dança ALAYA, da coreógrafa Lenora Lobo.
Na sua trajetória de ator, participou da criação do grupo de teatro
CARICATURAS, dirigido por Nádia João e Ruth Guimarães, que depois,
passando ser dirigido por Adriana Nunes, recebeu o nome de “A CULPA É
DA MÃE”, atualmente, intitulado “OS MELHORES DO MUNDO”.Além dos
consagrados diretores já citados, foi dirigido também, por Fernando
Villar, em ALGUNS MEDOS E OUTROS SEGREDOS, Alexandre Ribondi, em, O
JEGUE e MEMÓRIA DA TERRA, entre outros.
Em 2000, juntamente com outros comediantes consagrados, como: Madelon
Cabral, Madelene Cabral, Similião Aurélio , Ribamar Araújo, Ana
França, inicia seu trabalho como ator, autor e diretor em diversos
espetáculos de grande sucesso em Brasília, tais como: PRIMEIRA NOITE
DE MARY, O CASAMENTO DE GORETY, MARY TIPO NA CHAPAIDA, MARY TIPO NA
DISNEY, MARY TIPO EM CALDAS NOVAS, MARY TIPO NO DIVÃ.
Na sua carreira solo, vivendo suas personagens de maior sucesso,
BERENICE, MARY E GORETE, se destacam os seguintes espetáculos, também,
com sua atuação, direção e autoria:
“TIPO EILAS”, “GORETE”, “PÉROLAS DE BERENICE”.
Cláudio Falcão proporciona ao público, diversão com a comédia “TIPO
EILAS”. De acordo com informações abaixo: Texto, direção e
interpretação CLÁUDIO FALCÃO
SERVIÇO:
Local: Teatro Goldoni - Sala Adolfo Cali – Casa d’Itália EQS 208/209
(entrada pelo eixinho L) – Asa Sul – Informações:3443-0606
Data: Dias 11, 12  e 13 de maio de 2012, Sexta e sábado, às 21:15h.
Domingo, às 20:15h
Preço inteira: R$ 40
Preço meia: R$ 20
- Classificação indicativa 14 anos.
Contato: 9146-3029
www.claudiofalcao.com.br - E-mail: cegfalcao@terra.com.br

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cadaqual

[ documentário ] EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIO NO AUDITÓRIO DOIS CANDANGOS - UnB

EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIO NO AUDITÓRIO DOIS CANDANGOS
quinta-feira, 15 de março, de 17 às 18h
entrada franca

"A TRILHA DA COLUNA PRESTES NA BAHIA"
Apoio: Ministério da Cultura

"A Trilha da Coluna Prestes na Bahia" é um documentário, que com o apoio do Governo Federeal e com a iniciativa dos diretores Beto Sodré e Carol Peixinho Sodré, foi produzido e está em circulação por Instituições Federais de Ensino Superior pelo país afora. Trata-se de uma obra documental urgente para relatar fatos importantes que determinaram o fim do movimento revolucionário de combate aos poderes dos elitistas e dos burocráticos, comandado pelo "cavaleiro da esperança" Luís Carlos Prestes. O movimento denominado Coluna Prestes ganhou forças através da união entre diversos grupos de militares rebeldes e de revolucionários que denunciavam a miséria da população e a ganância dos líderes políticos. Percorreu por doze estados em dois anos e meio, quando encontrou resistência na Bahia por batalhões patrióticos, e foi expulsa do estado e do país, sendo perseguida até o território boliviano, onde os militantes foram presos e tiveram seu exílio.
Por que a Coluna Prestes sofreu a resistência dos batalhões baianos? Esses são os fatos inétitos na história do Brasil que o documentário vem denuncir e ao mesmo tempo heroificar o coronel Horácio de Matos, líder do Batalhão Lavras Diamantinas. Um documento de grande valor histórico, jornalístico e cultural.
A exibição contará com a presença do produtor e diretor Beto Sodré, que após o vídeo abrirá um debate.
Duração do ducumentário: 00:32:33
Duração da exposição com a presença de Sodré: 1h
Entrada franca

(download)

[ cinema ] Cinema francês : 15/02/2012 às 19h - Entrada Franca - Primeira sessão de 2012

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Caros amigos,
 
Temos a satisfação de convidá-los para a nossa primeira sessão do ciclo 2012 do Cinema Francês que acontecerá na próxima quarta-feira 15 de fevereiro às 19h na Sala Le Corbusier, com entrada franca e legendas em português. Após a projeção será servido um coquetel.
 
Atenciosamente,
 
Contato:
Gaëlle Anselin
Chargée de mission culturelle
Assessora cultural
Service de Coopération et d'Action Culturelle
Ambassade de France - Brasilia
Tél : (005561) 3222 3878

[ teatro ] Espetáculo ELIZABETH TUDO PODE - temporada de férias

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 Após duas temporadas e apresentação na Argentina com excelente aceitação do público,
o espetáculo volta para temporada de férias no Teatro Eva Herz, na livraria Cultura do Iguatemi.
Nesta nova temporada, um Shakespeare diferente por final semana!

Enquanto o ator e pai da diretora Luciana Martuchelli, Gê Martú se recupera de uma cirurgia, convidamos  04 grandes atores da cidade para, ao lado da atriz Juliana Zancanaro, contar as façanhas da rainha Elizabeth I e o conjunto divertido, metafórico e histórico que a obra, que já está em sua terceira temporada, inclusive na Argentina, traz para crianças e adultos!


Outro personagem interpretado por Gê Martú, a antagonista do espetáculo Dona Cesária, uma traça gourmet devoradora de livros deliciosos,

será vivida pelo ator Filipe Lima, que já faz a voz de quase 30 personagens dessa historia.


Toda a equipe fica muito feliz com esse carinhoso revezamento de atores e começa a aventura recebendo o ator, diretor e dramaturgo Marcos Pacheco, neste primeiro domingo, dia 08 às 15 horas! 


Vale a pena conferir a volta do espetáculo Elizabeth Tudo Pode e ver a cada domingo como cada um dará vida a este importante personagem da história do teatro. Esta temporada é em homenagem ao ator Gê Martú.

ESPETÁCULO PARA TODAS AS IDADES!

vídeo divulgação:

ELIZABETH TUDO PODE
pelo projeto ALEXANDRIA CONTA E CRIA
Concepção: Cia Yinspiração Poéticas Contemporâneas
Direção: Luciana Martuchelli
Pesquisa: Juliana Zancanaro
Texto: Juliana Zancanaro e Luciana Martuchelli
Elenco:
Juliana Zancanaro, Ge Martu e Filipe Lima - Dia 08 com Marcos Pacheco
Data e Hora:
Domingos 8, 15, 22 e 29 de janeiro às 15h
Local:
Teatro Eva Herz – livraria Cultura - Shopping Iguatemi Brasília - SHIN CA 4 - Lago Norte
Classificação etária:
Livre

PRESENTE DO SHOPPING:
Entrada franca
com retirada de ingressos no Concierge do Shopping, no dia do espetáculo, a partir das 12h.
 Atenção, o ingresso só garante sua entrada até 15h10, fique ligado

Contato: alexandriacontaecria@gmail.com Entrevistas: 8417 8167

vídeo divulgação:

http://alexandriacontaecria.blogspot.com/ 


ELIZABETH TUDO PODE, por Alexandria Conta e Cria – o espetáculo foi desenvolvido através de pesquisa teatral e histórica, misturando fatos reais à ficção ou transformando História em historinha. Além da vida e feitos da Rainha Elizabeth I – Elizabeth Tudor, faz-se referência à Biblioteca de Alexandria e seu algoz Júlio César. Toda a concepção, roteiro e montagem foram feitos pela Cia Yinspiração que convidou o ator Gê Martú para a cena e o artesão Virgilio Mota para a confecção do cenário todo em papelão. Ele recria uma biblioteca onde os livros têm vida, conversam com a protagonista ou deixam seus personagens escaparem para ajudar a contar a história da monarca. A peça gerou o projeto Alexandria Conta e Cria que pretende contar outras Histórias e histórias.

[ que vergonha! ] Portugal convida, mas Brasília não entra em Cena!

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Portugal convida, mas Brasília não entra em Cena!
http://camaraempauta.com.br/portal/cultura/portugal-convida-mas-brasilia-nao-entra-em-cena

Espetáculo candango cancela apresentação em Mostra de Teatro


http://camaraempauta.com.br/portal/

Hoje acordei com uma péssima sensação: vergonha... derrota... baixa estima... Com mais de 25 anos de produção cultural nas costas, 30 anos de jornalismo, não consigo entender como este tipo de coisa acontece em nosso “País de Todos!”

Precisamente hoje, 29 de maio de 2011, eu, meus colegas de elenco, diretor e técnicos do espetáculo teatral UMA ÚLTIMA CENA PARA LORCA, deveríamos estar embarcando num vôo Brasília/Lisboa para uma apresentação no dia 4 de junho, na 12ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André, em Portugal.

O convite chegou por e-mail há pouco mais de um mês e deixou a todos orgulhosos. Afinal, UMA ÚLTIMA CENA PARA LORCA, texto de Roberto Gerin, direção de André Amaro, com um elenco reunindo três gerações de atores alunos da primeira faculdade de Artes Cênicas de nosso país, a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, instalada na Capital Federal há 30 anos, era o único espetáculo brasileiro a participar de uma das mais importantes Mostras de Teatro da Europa. Autor, diretor, elenco, produção. Todos de Brasília. Esta nossa cidade que só chega às manchetes dos jornais espontaneamente quando o assunto é corrupção, falcatruas, jogos de interesse e poder.  Uma cidade que, aos 51 anos, tem várias gerações de pessoas do bem que todos os dias se sentem atacadas, agredidas mesmo, quando estão em outras cidades e são “acusadas” de participar dessas “coisas feias” escritas, estampadas, digitalizadas nos veículos de comunicação.

Nós de UMA ÚLTIMA CENA PARA LORCA, a exemplo de tantos outros artistas de Brasília, consagrados ou não pela mídia, construímos dia a dia, com o maior carinho e muito trabalho, a história cultural da Capital Federal. E, com muito pouco ou quase nada de ajuda financeira para nossos projetos, os artistas que permanecem em Brasília, por opção, ideologia ou seja lá qual o motivo, não são levados a sério pelas autoridades ditas culturais. Mas vejam bem: se vive de arte em Brasília! Atenção!! Muitos vivem de arte em Brasília. A população reconhece e comparece  às casas de espetáculos, bares, restaurantes onde a arte é contada e cantada nas quadras, não em esquinas como as do eixo cultural do país: Rio e São Paulo.

Mas por que autoridades culturais de fora, tal qual a população que nos prestigia, acreditam em nós? Foi assim que o Sr. Mário Primo, diretor da 12ª Mostra Internacional de Teatro de Santo André, nos convidou com hospedagem, alimentação, transporte entre Lisboa e Santo André e uma ajuda de custo de 1500 euros, para a apresentação de UMA ÚLTIMA CENA PARA LORCA, no próximo dia 4 de junho, produzida pela AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do GATO (Grupo Amador de Teatro de Santo André). Ficou para o Brasil dar de contrapartida 12 passagens aéreas Brasília/Lisboa/Brasília. Total deste custo? US$ 13 mil, ou aproximadamente R$ 18 mil.

Pouco ou quase nada para representar, ou fazer bonito, por Brasília e pelo Brasil, na Europa. Mostrar aos nossos colonizadores que fizemos e fazemos história. Mas não deu... Não adiantou corrermos, mostrarmos um projeto explicando que todos os dias decola de Brasília para Lisboa um vôo da TAP, quase sempre lotado, da mesma maneira que chega a nossa cidade um vôo da empresa vindo de Lisboa, também lotado de portugueses e europeus que vêm conhecer nossa cidade e nosso País. Seria uma ótima oportunidade, há pouco mais de dois anos da tão alardeada Copa do Mundo, de apresentarmos nossas credenciais culturais e turísticas aos europeus.

Mas não dava tempo da burocracia desenrolar o processo de licitação para as passagens aéreas. O Governo do Distrito Federal não tinha verba. Só depois de 1º de julho. Pelo menos foi a informação que obtivemos das Secretarias de Estado de Cultura e Turismo do Distrito Federal.

O mesmo aconteceu com as autoridades culturais federais. O Ministério da Cultura fechou as portas para qualquer possibilidade porque o programa de ajuda cultural com passagens aéreas para o exterior foi suspenso e a Funarte não tem nenhuma rubrica orçamentária capaz de encaixar um espetáculo de sucesso de público e crítica que iria representar a cultura do país no exterior.

Não dá pra entender...Eu juro que tento, mas não consigo. Quase dez anos à frente de Cadernos de Cultura do Jornal de Brasília, Correio Braziliense e Tribuna da Imprensa; de cinco anos no telejornalismo da Rede Manchete; dois anos no canal da NET no Vale do Paraíba, e outros tantos em Blogs e assessorias de Imprensa, inclusive de órgãos extintos como o INACEN – Instituto Nacional de Artes Cênicas, não me fazem entender porque este tipo de coisa acontece.

Porque pessoas como a grande atriz Dulcina de Moraes que deu a vida pelo Teatro, trocou o auge de sua carreira no Rio de Janeiro, para instalar na Capital Federal  a primeira Faculdade de Artes Cênicas do País, morrem à míngua e o investimento de toda uma vida está fadado a desaparecer? Um patrimônio da cultura nacional morre e é esquecido... As novas gerações não têm idéia de quem foi esta mulher. O que ela representou numa época em que TV, internet, twiters, redes sociais não existiam! Ficou conhecida de ponta a ponta deste imenso Brasil, sem a ajuda da mídia. Andando, mambembando, com a Companhia Dulcina-Odilon. E não foi só aqui. Em Portugal, já que o tema de hoje é este, ela era adorada e muitíssimo conhecida. Fazia temporadas com seus próprios recursos. Afinal o teatro era a grande diversão: processo de arte artesanal que jamais será substituído por nenhum outro.

O cinema? Já pode ser visto em casa em grandes telas de alta definição, em 3D, no escurinho, som digital, pipoca, combos, etc e com a vantagem de se poder dar aquela paradinha (stop ou pause) para ir ao banheiro, sem perder um minuto da “fita”.

Os shows? Cada vez mais grandiosos, super, hiper, megas... Está ficando melhor assistir no DVD com o som do Home Theater do que ao lado de 10 mil pessoas twitando, fotografando e gravando nos celulares os ídolos minúsculos nos imensos palcos que só são vistos a olhos nus nos telões. E fica sempre uma pergunta: será que eles cantam mesmo ou é play back?

O teatro não! É preciso sentar. Ter disposição... Se envolver...Desligar o celular...Parar... Ver...Sentir... Emocionar...

Por mais que ninguém se importe com esta nossa Arte, ela vive e sobreviverá. Pois não existe nada que possa substituir algo tão quente num mundo tão dominado pelos meios eletrônicos tão frios.

Algumas pessoas já estão incomodadas com as distâncias e os avatares criados diariamente para se relacionarem. De repente, a emoção voltará a dominar o mundo. E aí, sim, as autoridades ditas culturais talvez voltem a se importar com projetos culturais ditos pequenos e sem acesso às políticas de nosso “País de Todos!”.

Neste dia, vou dormir menos envergonhada ao desligar o telefone e saber que cancelamos uma apresentação de um espetáculo, com a divulgação feita e paga por um País que acaba de ser socorrido pela Comunidade Européia, por estar quebrado economicamente. Mas que honrou o compromisso de hospedagem, alimentação e ajuda de custo a um grupo convidado, que, por sua vez não pode fazer o mesmo com o público que iria assisti-lo.

Uma pena. Realmente uma pena. Só nos resta, humildemente, pedir desculpas aos portugueses por este papelão.

Sheila Aragão

Jornalista DRT/DF 666/81

Artista DRT/DF 284/86

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cadaqual